Coisas de gênio.

São muitos canais de televisão, todos cantando, escolha o seu preferido e divirta-se.


Show na bike


Vendo este vídeo chego a conclusão que não sei andar de bicicleta.

Os Golpes e o Método Passo a Passo de Gene Sharp



De acordo com o politólogo estadunidense Gene Sharp, a estratégia do “golpe suave” pode ser desenvolvido por etapas hierarquizadas ou simultaneamente. No caso boliviano, mais ou menos se deu da seguinte maneira.

1ª etapa: abrandamento (empregando a guerra de IV geração):
• Desenvolvimento de matrizes de opinião centradas em déficits reais ou potenciais.
• Montagem nos conflitos e promoção do descontentamento.
• Promoção de fatores de mal estar, entre os que se destacam: desabastecimento, criminalidade, manipulação do dólar, greve patronal e outros.
• Denúncias de corrupção, promoção de intrigas sectárias e fratura da unidade.

2ª etapa: deslegitimação :
• Manipulação do anticomunismo.
• Impulsionamento de campanhas publicitárias em defesa da liberdade de imprensa, direitos humanos e liberdades públicas.
• Acusações de totalitarismo e pensamento único.
• Fratura ético-política.

3ª etapa: aquecimento das ruas:
• Montagem nos conflitos e fomento da mobilização nas ruas.
• Elaboração de uma plataforma de luta que globalize as demandas políticas e sociais.
• Geração de todo tipo de protestos, expondo falhas e erros governamentais.
• Organização de manifestações, fechamento e tomada de instituições públicas que radicalizam a confrontação.

4ª etapa: combinação de diversas formas de luta:
• Organização de marchas e tomada de instituições emblemáticas, com o objeto de cooptá-las e convertê-las em plataforma publicitária.
• Desenvolvimento de operações de guerra psicológica e ações armadas para justificar medidas repressivas e criar um clima de ingovernabilidade.
• Impulsionamento de campanha de rumores entre forças militares e tratar de desmoralizar os organismos de segurança

5ª etapa: fratura institucional:
Sobre a base das ações de rua, tomada de instituições e pronunciamentos militares, obrigando a renúncia do presidente.

Em caso de fracasso, se mantém a pressão de rua e se migra para a resistência armada.

Preparação do terreno para uma intervenção militar do império ou o desenvolvimento de uma guerra civil prolongada. Promoção do isolamento internacional e o cerco econômico.

Radicalização como proposta - NÃO DEIXE DE VER

Sem que haja a radicalização da democracia econômica, política e social, com profundas transformações nesses três níveis, o país não vai conseguir atender as tantas reivindicações manifestadas pelos brasileiros nas ruas, nas últimas semanas, disse o senador Roberto Requião nesta quinta-feira (4/07), no plenário do Senado.
O senador avaliou ainda que os pontos de uma hipotética reforma política, quer os revelados pelo governo federal quer os debatidos pelo Congresso, não passam de itens para a elaboração de uma reforma eleitoral. "Reforma política é outra coisa, ela diz respeito à filosofia de governo, a um programa de governo, à estratégia, isto é, os objetivos a serem alcançados a longo prazo pelo país, e à tática, isto é, os meios para chegar a tais objetivos. E o que foi discutido até agora está longe, muito longe disso", deplorou o senador.
Requião enumerou várias ideias para a radicalização da democracia. Para ele, sem esse avanço, tudo vai ficar como está, e a agitação do Congresso nesses dias seguintes às manifestações na vai sequer arranhar a angústia a insatisfação do brasileiro, afirmou o senador.

Os ‘Coxinhas”

Lá vem, lá vem, um montão de pomposos revoltadozinhos, todos brancos
Recrutados entre a elite, a classe “mérdia” com suas medíocres vidazinhas
Falsos, reclamam de Vinte Centavos, ensaiam pose a trancos e barrancos
(Os pobres, os necessitados e operários estão dos outros lados das linhas)
São os criticozinhos-daslu agora popularmente tachados de ‘COXINHAS’

Lá vem eles com seus energéticos caríssimos, de marca, todos importados
Com seus belos frascos de sprays comprados em Miami ou em Cancun
São riquinhos em revoltas; em shopping classe A muito bem orquestrados
Afinal ser do contra agora está na moda, virar critico não faz mal nenhum
São ricos Coxinhas com grife, todos em pose, bem vestidos, marombados

Bandeiras do Brasil, Hino Nacional Brasileiro, belas faixas e caros cartazes
Volta e meia ouvimos cantar os reacionários, um bando em antro de galinhas
São moças com caríssimas mochilas; estão todos bem vestidos os rapazes
Marcham se como um exército de burgueses – soam como se aves daninhas
São os filhotes diferenciados do Morumbi, são os babaquaras... Coxinhas

Não, o miserável salário mínimo de antes... não é mais aquele que antes era
E nem de longe é tão alto o risco Brasil, o dólar, sequer é alta a inflação
Nem há aquela dívida externa da herança maldita, vivemos a primavera
Tudo soa muito montado, vaidoso, artificial, de fachada pra atiçar alguma fera
E o povo, o povão mesmo, tachou a caterva rica baderneira de Coxinha então

São Paulo o estado mais corrupto do Brasil, que foi refém do crime organizado
Sucateou, quebrou e vendeu o estado público a preço de banana, privatarias
Por que afinal de contas marcham esses Coxinhas; essa manada, gordo gado
Tramaram na Disneylândia ou no Guarujá essas montadas novas patifarias?
Coxinhas marcham sem saber pra onde e valem-se da mídia suja e todas vias

Um depreda, outro rouba, assalta, outro com máscara de Anônimus saqueia
Outro mané brada “Fora Dilma” - outro ainda xinga a senhora Presidenta
Dezoito anos de um governador banana que com a mídia amoral tapeia
Mas segue a passeata montada agregando alguns coiós na marcha lenta
Coxinha não cabe em si de falso orgulho; o protesto por si só não se sustenta

Mas a mídia corrupta e amoral elogia. Alvoroça os despolitizados baderneiros
Posam de vitimizados; com seus jargões furados e brados jecas em ladainhas
Filhinhos reacionários e tapados de pais corruptos e ladrões do fisco vezeiros
De sobra o filhote rico feito garnisé de briga sem causa, todos falsos, criticazinhas
No Estado mais rico do Brasil, estado mais corrupto do Brasil, são os COXINHAS

Os pobres, os pobres mesmo, ah eles estão surpresos, estão sondando, assustados
Com os ônibus urbanos logo pelos Coxinhas saqueados, alguns até incendiados
São jovens janotas e boçais berrando, de Samparaguai os criticozinhos-daslu
O Estado máfia com hienas ricos do Morumbi, de Higienópolis, do Pacaembu
Aquilo não é paralização por nada, é desfile de grifes que mais parece rende-vous

Tentam fazer terrorismo rastaquara, querem derrubar o metalúrgico ex-presidente
Moram em casamatas com guaritas e mansões em Moema, tais amebazinhas
Agregam idiotas, estudantes, párias, vagabundos, no embalo vai muita gente
Vão na contra corrente, não são nem trabalhadores legais, são os Coxinhas
Vagabundos, reacionários, como se desfilassem num presépio, vaquinhas...

Vão e vem, os novos integralistas de São Paulo, o Estado Máfia, verdes galinhas
Reacionários às pencas, juventude fascista, algum com coquetel molotov armados
Inocentes inúteis, rebeldes sem causa, medíocres, riquinhos quase todos alienados
São agora massa de manobra da extrema-direita, os antitudo agora, os tapados
No bom português da paulistada, curso e grosso são os endinheirados COXINHAS!

Cyber Poeta Silas Correa Leite
(Poema da Série: “O Gigante Não Acordou Agora, os Anões de Jardim é que Estavam na Disneylândia Comprando Fantasias de Patetas)

Renato, o gaucho